COMO TER QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE?

COMO TER QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE?

Isso não significa que não se possa pensar no assunto a qualquer tempo da vida. Aliás, qualquer investimento feito para se para ter qualidade de vida, a qualquer tempo, é válido e pertinente. Sempre! Qualidade de vida requer alguns cuidados pessoais e adaptações para as mudanças que a própria natureza promove. E, desse modo, alguns hábitos talvez devam ser ajustados, enquanto outros precisem ser incorporados.

Muita gente a caminho da terceira idade — ou já tendo chegado lá — está inserida em um ciclo vicioso que impõe limitações à sua vida física. O sedentarismo, por exemplo, desenvolve doenças crônicas, as doenças se complicam e promovem limitações que, por sua vez, conduzem à inatividade física. É preciso agir para romper esse ciclo, da forma que for possível.

Assim, se você ainda não fez mudanças em prol de construir uma vida mais saudável e de ter qualidade de vida, não perca tempo. Aqui estão dicas valiosas que vão ajudá-lo nessa empreitada por uma vida melhor. Acompanhe!

1. Pratique exercícios físicos

Atividade física é necessária para uma vida saudável em qualquer fase da existência. O projeto original do corpo humano não foi elaborado considerando a existência de cadeiras e sofás. Decididamente, ele não previu que indivíduo fosse ficar sentado muito tempo.

A movimentação do corpo e dos membros é essencial. O ato de andar — assim como o de abaixar-se e levantar-se, de esticar-se para pegar alguma coisa colocada em um ponto mais alto, entre tantos outros movimentos — é imprescindível.

Na verdade, todos esses movimentos são necessários para a manutenção e o estímulo dos ossos, dos músculos e da circulação sanguínea. Como aqueles antigos relógios analógicos cuja “corda” era dada ao movimentá-los: quanto mais movimento se fazia com o braço, mais potencial se dava ao relógio para trabalhar.

Assim também é o corpo humano: o potencial da vida precisa de movimento. A atividade física para o organismo humano não é alguma coisa que se acrescenta, que se coloque a mais, mas já faz parte da natureza humana. Quem não adota uma atividade física está em falta, portanto, está na hora de começar.

A ausência de atividades físicas ao longo dos anos aumenta sensivelmente a possibilidade de desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis (as chamadas DCNT). Assim, diabetes tipo 2, hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC), osteoartrite e doenças respiratórias, entre outras, encontram caminho fácil para se instalar. Por isso a importância da adoção de atividades físicas regulares.

Sempre que possível, é preciso evitar a prevenção secundária; isso é, deixar para procurar cuidados médicos depois da primeira ocorrência da doença.

De modo geral, os benefícios da adoção de uma atividade física a caminho da terceira idade podem ser assim relacionados:

  • bem-estar físico e psicológico;

  • redução de depósitos de gordura no corpo;

  • redução de doenças;

  • redução de processos inflamatórios;

  • redução da ansiedade e da depressão;

  • incremento na massa muscular e óssea;

  • estímulo ao metabolismo;

  • melhoria das capacidades funcionais;

  • melhoria das capacidades cognitivas (atenção, memória etc.).

Existe uma infinidade de atividades e exercícios físicos que cada um pode escolher, de modo que se sinta bem ou que perceba que pode se adaptar com mais facilidade. Não se trata de uma prova nem de competição, mas simplesmente de movimentação.

O objetivo é manter-se ativo, em movimento, para que as necessidades do corpo sejam atendidas de uma forma saudável. Ao se criar o hábito da atividade física, afasta-se definitivamente o perigo da implantação do sedentarismo. Existe uma eternidade para ficar parado. Por enquanto, a hora é de ação.

Desse modo, pode-se pensar em natação, caminhada, dança de salão e muito mais. Depende mesmo é da criatividade e do gosto de cada um. Veja algumas possibilidades:

  • natação;

  • hidroginástica;

  • ciclismo;

  • dança de salão;

  • alongamentos;

  • caminhada;

  • musculação;

  • pilates.

Uma recomendação explícita, no entanto, é necessária para todos: antes de qualquer decisão, faça uma avaliação de sua condição física e de sua situação médica. Depois, converse com os respectivos profissionais sobre sua intenção e qual atividade lhe seria mais indicada, em função das condições que sua avaliação demonstrar. Pronto! Mãos à obra. Ninguém lhe segura mais!

2. Adote uma alimentação balanceada

Um dos aspectos mais importantes e condicionantes da longevidade com qualidade de vida reside no estado nutricional da pessoa. A facilidade para o surgimento de infecções e o aumento da mortalidade entre idosos estão profundamente associados à condição de desnutrição. Assim, é essencial tratar com cuidado e muita responsabilidade a alimentação na terceira idade.

Por outro lado, uma interessante observação que deve ser feita logo de início diz respeito às necessidades nutricionais, para quem se encaminha para a terceira idade. As exigências calóricas diminuem com o tempo. Vale dizer, portanto, que à medida que se envelhece, há uma menor necessidade de calorias diárias na alimentação.

Isso, no entanto, só é verdade para as calorias, quer dizer, para os alimentos energéticos. Todos os demais nutrientes continuam sendo requeridos. Assim, o aporte necessário de proteínas, vitaminas e minerais continua como antes.

Essa é a razão da importância de uma alimentação saudável para a terceira idade composta de frutas, verduras, legumes e fibras. Além disso, permanece a mesma recomendação de evitar-se alimentos gordurosos ou ricos em açúcar e reduzir o sal, como para qualquer pessoa que deseje uma vida saudável com mais qualidade.

Por outro lado, devem ser levadas em conta alterações como redução no apetite. Assim, o volume do alimento ingerido também é menor. Outro aspecto a ser considerado é a digestão naturalmente mais lenta, o que requer uma melhor mastigação.

A demanda pelos nutrientes é a mesma, mas os cuidados ao atendê-la é que devem se adaptar às novas realidades que vão surgindo com o passar dos anos.

De modo geral, as alterações mais comuns resultantes do tempo de vida da pessoa podem ser assim relacionadas:

  • menor motilidade do trato digestivo (intestino irregular);

  • redução do potencial gástrico e inflamação estomacal;

  • perda de massa muscular e redução da demanda calórica;

  • redução dos sentidos — principalmente olfato e paladar;

  • queda da disponibilidade de insulina pelo pâncreas;

  • redução do apetite.

Na idade madura, o cuidado com o excesso de peso deve ser maior, em razão dos malefícios que a obesidade traz — muito mais danosos, quanto maior a idade. É mais difícil construir uma vida saudável com qualidade na terceira idade tendo a obesidade como companheira de jornada.

De modo geral, eis algumas recomendações para uma alimentação saudável e balanceada para a terceira idade:

  • adotar hábitos regulares de alimentação: 3 refeições diárias intercaladas com pequenos lanches;

  • ingerir diariamente frutas, verduras e legumes;

  • manter alimentos ricos em cálcio e magnésio (vegetais de folhas verde-escuro, gergelim, linhaça, grão de bico, banana etc.) diariamente na dieta;

  • ingerir diariamente leite ou derivados, se não houver restrição;

  • reduzir a ingestão de alimentos gordurosos e de frituras;

  • reduzir a ingestão de alimentos doces;

  • minimizar o consumo de alimentos refinados (não integrais);

  • deixar de lado os embutidos (como salame, salsicha e linguiça);

  • reduzir o consumo de café e chá preto;

  • abandonar os refrigerantes;

  • reduzir a quantidade de sal ingerida;

  • fazer as refeições em local tranquilo;

  • manter-se hidratado, bebendo água e sucos naturais;

  • habituar-se a tomar sol pela manhã por 15 minutos, todos os dias;

  • mastigar bem os alimentos.

3. Ocupe seu tempo

O conceito de qualidade de vida é multidimensional e se vincula ao bem-estar pessoal. Portanto, ele depende de como a própria pessoa se sente. Aparece, então, a autoestima. Desse modo, o bem-estar e a autoestima praticamente definem a qualidade da vida de alguém, muito mais do que poderiam fazê-lo os observadores externos.

Assim, os valores culturais, éticos, religiosos, econômicos, familiares e tantos outros terão que se submeter à autoestima e ao bem-estar que é experimentado na apreciação da qualidade de vida de alguém.

Um cuidado conceitual e prático que se deve ter é não relacionar terceira idade com ócio, com inércia. Não estar empregado em função da aposentadoria, por exemplo, não significa que só resta ficar em frente à TV. Pelo contrário, há mais tempo para fazer mais daquilo que se quer, do que dá prazer.

É a oportunidade que a vida concede, por mérito, de poder se dedicar mais àquilo aos prazeres pessoais, que deve ser aproveitada. Essa concepção é essencial, uma vez que parece existir um estigma de não ter o que fazer. A diferença é que a atividade está por conta da própria pessoa, e isso requer iniciativa, tomada de decisão. Não é que não se tem o que fazer. É que a própria pessoa precisa decidir o que vai fazer.

Décadas de experiência de vida permitem a qualquer um observar o mundo à sua volta e decidir o que fazer, analisando a si mesmo e suas pretensões. Ocupar-se, portanto, não tem o sentido de fazer qualquer coisa para não ficar parado, mas de partir para aquilo de que se gosta de verdade.

Assim, iniciar um hobby, fazer um curso, frequentar uma academia, fazer parte de um grupo social qualquer com o qual se tenha afinidade constituem tópicos de uma lista quase sem fim. A própria criatividade é o limite.

De modo geral, a título de ilustração, um elenco de atividades poderia ser assim relacionado:

  • praticar um esporte;

  • fazer caminhadas diárias;

  • pintar, escrever ou fotografar;

  • observar pássaros;

  • fazer um curso;

  • dedicar-se ao estudo de um assunto de que goste;

  • ser voluntário em um trabalho filantrópico;

  • filiar-se a um clube de serviços;

  • fazer palavras-cruzadas todos os dias, aumentando a dificuldade;

  • ler bons livros;

  • frequentar parques ao ar livre;

  • visitar museus;

  • assistir apresentações artísticas de seu agrado;

  • cuidar de uma horta em casa (se possível);

  • descobrir a internet;

  • arranjar um emprego de seu interesse.

Uma última consideração a respeito de ocupação na terceira idade se refere à condição em que a pessoa, por alguma razão, se retraiu, se isolou e parece estar mergulhado em um processo depressivo. Essa condição pode ser resultante da solidão ou de qualquer outra experiência pela qual ela esteja passando.

Não há dúvida de que necessita de ajuda. Alguém precisa resgatá-lo e, em casos dessa natureza, uma das primeiras iniciativas seria conseguir uma ocupação, para trazer-lhe de volta à vida.

Portanto, é indiscutível que ter uma ocupação não é apenas importante, mas essencial. Então, que seja uma com a qual exista afinidade e satisfação. Vamos lá?

4. Esteja sempre próximo dos familiares

Uma vida saudável e com mais qualidade na terceira idade é muito favorecida pela proximidade dos familiares. Sabe-se que essa proximidade reduz significativamente a ocorrência de doenças e aumenta a longevidade.

A transição da fase adulta para a velhice quase sempre é acompanhada de alterações na autoestima e na autoimagem da pessoa. O isolamento social e os sentimentos de solidão constituem as questões principais a serem compensadas nesse processo.

Os relacionamentos interpessoais de quem vai envelhecendo vão sofrendo alterações resultantes, principalmente da mudança nos papéis representados pela pessoa na família, no trabalho e na própria sociedade. Não apenas os processos depressivos costumam se manifestar nessa hora, mas também doenças degenerativas, que são ainda mais limitantes. Assim, torna-se mais importante a proximidade da família.

De maneira geral, o idoso na família fortalece o vínculo familiar e o incita a se manter ativo. A participação da família nesse processo de manutenção da autoestima do idoso é mesmo imprescindível e capaz de fomentar sua participação em outras atividades de seu interesse. A família pode impedir a desconexão do idoso ou reconectá-lo, caso ele já tenha se afastado.

Claro que a referência que se faz é para a família acolhedora, carinhosa. O simples fato de ser família não é garantidor de nada. Em famílias onde impera a desarmonia, os relacionamentos são carregados de frustrações, e os membros tendem à agressividade e à depressão. Nesses casos, o idoso torna-se isolado e receoso de cometer erros.

De maneira geral, o relacionamento com os netos é imbatível na preferência nacional. O efeito que essa convivência traz sobre o idoso é quase mágico. Resgata a juventude, permite a transmissão de sua experiência de vida e o valoriza como um educador amoroso. Os momentos de leitura, de contação de histórias ou de pura brincadeira preenchem um enorme espaço e justificam qualquer esforço necessário.

Quando o idoso está inserido em uma família amorosa, a velocidade do natural declínio da capacidade física é reduzida. A ocupação no cuidado dos demais, as atividades que assume e o carinho da família são suportes garantidores de uma longevidade mais saudável.

Existem, no entanto, outras situações mais limitantes, em razão da presença frequente de doenças crônicas que exigem cuidados. Nesses casos, pode ser que o idoso deva ser levado para um ambiente profissional, não pela idade, mas pelo fato de ser portador de determinado mal que lhe seja limitante.

Com mais razão, nesses casos, a constante presença da família é de máxima importância para o idoso e sua qualidade de vida. A visitação constante, construindo momentos de carinho, de respeito e de saudade — ainda que pouco duradouros no tempo — são de imensa valia para a pessoa idosa.

Finalmente, há que se considerar a chamada “intimidade à distância”. É o caso de pais que moram separados dos filhos porque são autônomos, de fato. Não há nada de anormal e parece ser uma tendência crescente no Brasil. Na verdade, é uma prática comum fora da América Latina e não está associada a qualquer ideia de abandono, mesmo quando os pais precisam ser levados para residir em um abrigo permanente ou asilo. A relação de carinho da família permanece fundamental.

5. Use medicamentos naturais

Boa parte dos distúrbios que acometem os idosos podem ser evitados, tratados ou amenizados com o desenvolvimento de hábitos saudáveis relacionados à atividade física, à alimentação saudável e a sua complementação com nutrientes naturais.

Algumas mudanças naturalmente ocorrentes no organismo das pessoas na terceira idade — como a menor ingestão de alimentos e as dificuldades digestivas, por exemplo — podem resultar na insuficiência nutricional obtida com a alimentação.

Essa é uma questão significativa quanto à obtenção de alguns nutrientes indispensáveis para a saúde e para a correção ou prevenção de alguns males que acometem os idosos.

Por outro lado, perdas de cálcio, principalmente entre as mulheres, podem conduzir à osteoporose e podem ser evitadas com uma complementação nutricional.

Desse modo, para essas e outras condições da terceira idade, deve ser considerada a utilização de nutrientes naturais como: vitaminas, cálcio, ômega 3, entre outros.

Cálcio

O cálcio é o mineral mais abundante no corpo humano. Quase todo o cálcio do corpo (cerca de 98%), porém, fica armazenado nos ossos e dentes, que funcionam como um reservatório natural desse mineral.

Além de compor ossos e dentes, esse mineral atua na liberação dos neurotransmissores cerebrais e no funcionamento regular do coração.

Por outro lado, o próprio organismo retira cálcio dos ossos e o transfere para outras regiões do corpo que esteja necessitadas, se o mineral não estiver disponível. Além disso, ocorre uma perda inevitável de cálcio através da urina, fezes e do suor.

No caso das mulheres, essa perda é ainda mais intensa e, por essa razão, elas são mais suscetíveis à osteopenia e à osteoporose. A reposição de cálcio, portanto, deve ser permanente e em quantidades maiores na terceira idade.

Zinco

Além de ser componente da estrutura de proteínas e das paredes celulares, o zinco é responsável pela ativação de mais de 100 enzimas no corpo. Ele atua em inúmeros processos, como o crescimento, a resposta autoimune (defesa do organismo) e a síntese de hormônios.

A deficiência de zinco é um problema nutricional ocorrente em todo o mundo. Os grupos mais suscetíveis são as crianças, os idosos, as gestantes e os portadores de doenças crônicas. Os idosos apresentam um risco nutricional maior em razão do declínio de algumas funções, com menor eficiência na absorção e no metabolismo do mineral.

Entre as pessoas da terceira idade, a deficiência de zinco tem sido relacionada à redução da imunocompetência (capacidade de o sistema imunológico apresentar uma resposta) e da capacidade do sistema de defesa antioxidante.

Magnésio

O magnésio participa de centenas de reações enzimáticas no corpo, o que significa que sua influência se dá sobre quase todo o organismo humano. Assim como o cálcio, uma grande parcela do magnésio encontra-se fixada nos ossos e nos dentes, na forma de fosfatos e bicarbonatos.

A deficiência de magnésio, de modo geral, apresenta, como primeiros sintomas, contraturas musculares frequentes (câimbras), dores de cabeça ou hipertensão. Também são comuns a fadiga e a fraqueza, assim como o cansaço matinal.

Ômega 3

O processo de envelhecimento das células e dos tecidos do corpo é resultado, sobretudo, da ação dos radicais livres que perambulam pelos tecidos oxidando o que encontram pela frente. Os mecanismos naturais de caça a esses radicais não são suficientes para contê-los, porque são gerados em grandes quantidades na vida moderna.

Assim, a utilização de nutrientes com capacidade antioxidante efetiva, como o ácido graxo ômega 3, é de primordial opção. Além disso, o ômega 3 é indispensável para a boa saúde dos dois principais órgãos do corpo humano: o cérebro e o coração.

Vitamina C

A vitamina C é um importante aliado na prevenção de doenças cardiovasculares na terceira idade. Além disso, é responsável pela adequada absorção de ferro pelo organismo e um potente antioxidante também.

Assim, na ocorrência de deficiência de vitamina C abrem-se as portas para infecções, hemorragias e dores articulares.

6. Faça da qualidade de vida um hábito

A qualidade de vida da pessoa que se encaminha para a terceira idade pode ser construída com alguns cuidados. Completam o serviço a substituição de alguns hábitos não adequados e a adoção de outros mais saudáveis.

Desse modo, incorporar uma atividade física à rotina diária e adotar uma alimentação saudável e balanceada, adequada a essa fase da vida, são ações que podem fazer uma grande diferença na saúde.

Além disso, manter-se ocupado e próximo dos familiares garantem a autoestima e fortalece as interações que costumam ser reduzidas na terceira idade.

Finalmente, a adoção de remédios naturais para a prevenção e o tratamento das questões de saúde que podem mais comumente afetar a pessoa madura completam o conjunto de medidas que facilitam a obtenção de qualidade de vida na terceira idade.

Esse trabalho foi preparado com todo cuidado e detalhamento necessários, para que seja possível entender como ter qualidade de vida na terceira idade. Se você gostou, compartilhe-o com seus amigos nas redes sociais, para que eles também se beneficiem!